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terça-feira, 27 de julho de 2010



O maior pecado da mulher

"Bebemos o dia todo e a noite eu tentei transar Mindy de novo. Espanto e desapontamento foi o que senti ao perceber que ela tinha uma xoxota larga. Uma xoxota extralarga. Não tinha notado na noite anterior. Isso era uma tragédia. O maior pecado da mulher. Eu mexia e remexia. Ali deitada, Mindy parecia gostar. Pedia a Deus que estivesse gostando mesmo. Comecei a suar. Minhas costas doíam. Senti tonturas, enjôo. Parecia que sua xoxota ficava maior. Não conseguia sentir nada. Era como meter num saco vazio de supermercado. Eu mal esbarrava nas laterais daquela buceta. Pura agonia. Eu estava fudido. Não queria magoá-la. Tentei desesperadamente gozar. Não era só a bebida. Eu desempenhava melhor que muita gente, quando bêbado. Ouvia meu coração. Sentia meu coração. Sentia ele no peito. Sentia ele na garganta. Sentia ele na cabeça. Não dava pra suportar. Rolei pro lado, arfando.
- Desculpe, Mindy. Por Deus, desculpe.
- Tudo bem, Hank - ela disse."

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