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terça-feira, 28 de julho de 2009






É Freud!

"E agora nós temos os psiquiatras, os pensadores, os jurados, os assessores presidenciais nomeados para calcular o que há de errado conosco, quem está triste, quem está certo, quem está errado. Eu sou muito louco. Não posso suportar o ser humano do jeito em que se encontra, devo estar enganado. Os psiquiatras devem ter uma palavra para isso, e eu tenho uma palavra para os psiquiatras. Prender loucos quando cinqüenta e nove entre sessenta homens que você encontra na rua estão lelés da cuca por causa das neuroses industriais e das esposas e das guerras e nenhum tempo para relaxar e tentando descobrir onde estão, ou por que, ou quando verão o dinheiro que os manteve por tanto tempo cegos e fodidos. Quando não nos interessar mais continuar a viver assim por mais tempo. E então o que é que nós vamos fazer? E esses psiquiatrazinhos, exibindo os seus trunfos mágicos, nos iludindo com palavras dizendo que isto é assim porque o pé de sua mãe era torto e seu pai bebia e uma galinha cagou na sua boca quando você tinha três anos de idade e portanto você é um homossexual ou um operador de prensa de perfuração. Nada além de um jeito de tornar as coisas mais fáceis numa sociedade insana. Tudo menos a verdade. Simplesmente que alguns homens se sentem mal porque a vida não é boa para eles do jeito que está e que ela poderia facilmente ser tornada melhor; mas, não, os psiquiatras com suas bobagens mecanicistas que serão algum dia provadas completamente falsas, e eles continuarão a nos dizer que somos todos loucos e ainda serão bem remunerados para fazerem isso. "

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